
Poderá ajudar a retardar a doença de Alzheimer, concluíram cientistas da Universidade de Ohio, EUA, depois de tratarem ratos velhos com um composto artificial semelhante à popular "erva". Segundo Gary Wenk, um dos autores, quem fumou marijuana (nos anos 1960/70) raramente desenvolveu Alzheimer, por causa das propriedades anti-inflamatórias da droga. Agora, só falta sintetizar um composto com as propriedades terapêuticas da erva, mas que não deixe os pacientes "pedrados".
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